Ausência Nacional + Torrent

04/08/2016

AusênciaSOBRE O FILME
Traduzido: Ausência
Direção: Chico Teixeira
Gênero: Drama
Lançamento: 2016
Duração: 87 Min.
Nota no 6.5

INFORMAÇÕES DO ARQUIVO
Idioma: Português
Legenda: S/L
Qualidade: DVDRip
Nota do Áudio: 10
Nota do Vídeo: 10
Formato: AVI + RMVB
Tamanho: 700 MB | 290 MB

Sinopse No filme Ausência, Serginho (Matheus Fagundes) é um menino de 14 anos muito mais maduro que os outros jovens de sua idade. Ele cuida de seu irmão mais novo, Wiliam, e de sua mãe ausente e alcoolatra, Luzia. Trabalhando em uma barraca de feira com seu tio Lazinho, ele só se diverte ao lado de Mudinho, um amigo com quem divide sua intimidade. O único adulto com quem Serginho tem um relacionamento de afeto é o professor Ney, que o ajuda com o dever de casa durante à noite. A confusão entre o despertar de sua sexualidade e a busca de uma figura paterna faz Serginho perceber que ele está sozinho no mundo.

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Assista ao Trailer:

Analise:
Sete anos após sua estreia no cinema de ficção com A Casa de Alice, o diretor e roteirista Chico Teixeira realiza mais um drama: Ausência. Trata-se de um drama que se explica através do título, mas que não se esgota no mesmo. É uma obra sobre solidão, sobre o sentimento de abandono e sobre a dificuldade de se crescer sem a presença de figuras paternas ou maternas. antos e Nomacce são atores absolutamente fascinantes, o que torna ainda mais marcante a atuação de Fagundes. O menino é o filme. Ele entrega um peso dramático e um olhar de inocência que é bonito e ao mesmo tempo devastador. Serginho demonstra a completa necessidade de se apegar a alguém. Ele precisa de apoio, de alguém que o trate como a criança que é. O problema é que esta figura é, como diz o título, ausente. O filme é muito triste e bem conduzido. A forma como as relações do protagonista vão se apagando é de partir o coração. Trata-se de uma obra sobre a juventude perdida, cujo protagonista caberia muito bem em um filme de Gus Van Sant ou dos irmãos Jean-Pierre Dardenne e Luc Dardenne. É doce, mas é triste. É inocente, mas é também adulto. Por sinal, a fotografia realista de Ivo Lopes Araújo também remete aos trabalhos de Van Sant e Dardenne. Conhecido pelos trabalhos em Tatuagem e Quando Eu Era Vivo, Ivo ajuda a criar uma São Paulo melancólica, sem cenários conhecidos, o que passa a impressão de que poderia se tratar de qualquer grande cidade brasileira. O roteiro coescrito por César Turim e Sabina Anzuategui passeia por temas sérios, mas não perde seu foco de centrar a atenção nas angústias de seu protagonista.

Imagem do Filme

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